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30/06/2009 02:34
Diane Birch - Uma Nova Voz do Jazz
Diane Birch é americana, nasceu em Michigan, mas não parou por lá. Com seus pais, sul-africanos, foi para o Zimbabue ainda muito criança. Depois esteve na Austrália, na própria África do Sul e, por fim, retornou aos EUA.
As múltiplas viagens, conjugadas com a vivência dos corais de igreja (seu pai é pastor), o estudo dos clássicos no piano e uma fase gótica exemplar (Joy Division, Cure, Sister of Mercy), ajudaram.
Após alguma ralação básica e divulgação do próprio som no Myspace, Diane Birch foi para estúdio gravar seu primeiro álbum, em Nova York. Na produção: a fantástica Betty Wright (Famosa pelo hit No Pain, No Gain das rádios de flashback no Brasil) e Steve Greenberg.
Assim nasceu Bible Belt este disco irresistível, viciante. As músicas são gostosas e Birch passeia com tranquilidade pelo soul, jazz, folk e pop.
O acabamento sonoro é impecável, sem agressões, sem exageros. Tudo com estilo e bom gosto.
Texto de Emanuel Bonfim, Eldorado FM - Blog Estado (Territorio Eldorado)
Comparam-a com Norah Jones e Carol King
Vale a pena ouvir o Myspace da Moça, especialmente Fools e Fire Skape.
www.myspace.com/dianebirch
enviada por Gui
26/06/2009 00:53
Quinta - 25 de Junho.
Poesia
João e Michael Jackson - Quinta - 25 de Junho.
Manhã bela feita em Junho
Mais um dia de soltar braço, espreguiçar, erguer punho.
Quinta, 25, não sei porque, mas tem dias que a cabeça faz gravação
de lembrar música na memória que fica dia todo em total repetição.
E no tal dia qualquer uma delas vinha em mente
Só ouvia Michael Jackson, bem intenso e bem presente.
o Astro pop virginiano, no ápice da aparição
Me torrava a paciência na lembrança de canção.
O astro do bem, de We are the World daquele 1985
Mas que era Bad, em disco inusitado em 1987
E era uma dessas que girava na memória
I just can stop loving you tão chorada como quem conta uma história.
Ia pra escola, quase semi adolescente
Seguia na Matemática, Português , de consoantes e de vogais do a, e , i, o love you
Seguia em Junho, 25, em quinta-feira de manhã
Caminhava pra estudar e ver amada menina platônica na rotina de ser seu maior fã.
Fazia um walkman invisivel na caminhada matinal
Imaginário som pensativo surreal.
Nem lembrava da quinta, do 25 , do pós São João
Mas veio toque na alma, veio noticia afagada de calma, chegava férias escolares cheio de tanta lição.
Meu som da imaginação, ainda tinha ruidos de Michael e canção.
Mas desligou ao saber da noticia de João.
Meu pai ia embora, partia em caminho, seguia outra dimensão.
Deixou a encarnação, mas deu presente a lição de vida em legado e determinação.
Coincidência, João! coincidência.
Nem lembrava desse dia, nem notava comoção
Nem sabia que viria uma dose de ironia
Nem esperava que essa hora me inspirasse poesia.
Quinta feira, 25, qualquer dia parecia.
Mas não era aquela quinta junina de sol de 1987
Era uma em pleno presente nublado de 2009
Dois mil e nove de flash back e comoção que o mundo envolve
E então o Michael Jackson, sai do palco e deixa a cena.
Encerrou o show que fez pela vida nem sempre plena
Quinta, 25 de Junho, quando veio Carly Simon quando veio George Michael
Vêm os Michaels vão os Michaels, igual vão embora os joãos, após 24 de junhos.
Tinha seu Sol de luz própria brilhante, Sol solitário, e ainda radiante.
Mesmo em dia triste, que em noites e nuvens, tão firme, resiste.
Um virginiano artista, de trabalho, de detalhes, de chatices com saúde.
De lembranças e saudades mesmo de quem não era fã, na juventude.
O tal black or white, o We are the world que fazia chorar sentimentais
Quinta, Junho, 25, não há tristeza com lembrança e comoção
Vou celebrar a honra de coincidência entre Michael e João,
Semelhança de um tal dia que eterniza lembranças de muitos para sempre em qualquer dimensão.
Gui/2009
enviada por Gui
23/06/2009 14:15
Virginie fala dos 25 anos do Metrô
Se você é fã de filmes como Flashdance e Dirty Dancing, polainas e cabelo mullet, então os anos 80 fazem parte da sua religião. E a música Beat Acelerado certamente já tocou no seu som, seja ele um walkman original de época ou um iPod novinho.
Beat Acelerado foi um dos vários hits do grupo Metrô, banda formada em meados dos anos 80 que tinha como líder uma vocalista de timbre suave e pinta de princesa. De origem francesa, a cantora Virginie virou namoradinha do Brasil, tocando à frente da banda, que mesclava influências de tecnopop e new wave com letras ingênuas cantadas num português levemente carregado de sotaque.
Antes do Metrô, Virginie e os outros quatro integrantes (o guitarrista Alec Haiat, o tecladista Yann Lao, o baixista Zavie Leblanc e o batera Dany Roland, único brasileiro do grupo) tiveram outra banda, A Gota, que no final dos anos 70 fez sucesso no circuito de festivais estudantis e festinhas de modernos. O grupo chegou a lançar um LP em 1984, pelo selo independente Underground, gravação que abriu portas para a CBS, então a maior gravadora do Brasil.
Das festinhas estudantis à rotina de sete shows por semana, foi um pulo. Virginie e sua banda viraram hit absoluto de Norte a Sul do Brasil. O primeiro disco, Olhar, lançado há quase 25 anos, tinha hits deliciosos que caíram forte no gosto do povo (Johnny Love, Sândalo de Dandi, Ti Ti Ti, Tudo Pode Mudar, Beat Acelerado).
Vivendo em Diego Suarez, cidade no norte de Madagascar, Virginie lembrou os bons tempos nesta entrevista exclusiva ao Virgula. Leia a seguir:
Virgula Como aconteceu a transição de banda desconhecida a hit das multidões?
Virginie - Formamos (a banda) A Gota no final dos anos 70, tínhamos então um público cativo que ia se formando devagarzinho. Uma delícia! Graças a um jovem mecena, dono de um selo independente, a quem serei eternamente agradecida, pudemos gravar um LP, A Gota Suspensa. Este LP saiu em 84 em duas ou três lojas de São Paulo e abriu as portas da CBS. Beat Acelerado foi peneirado do repertório bossa novista de Vicente França, com ajuda do faro de Luis Carlos Maluly (que logo depois também produziu o super sucesso do RPM, Radio Pirata). Maluly nos encorajou e principalmente nos ajudou a evoluir e transformar o som já bem pessoal do grupo num pop muito popular (redundância necessária). Com um refrão e uma excelente gravação, Beat... estourou em compacto duplo (o que é isto, vovó?).
Virgula De quem foi a ideia de voltar a gravar um álbum com o Metrô, em 2002?
Virginie - A ideia estava no ar, no mesmo dia recebi dois emails de sumidos nas trevas do tempo: (o baterista) Dany me escrevia do Rio, e (o produtor) Maluly, de São Paulo. Na época, eu vivia em Nantes (França) com minha família.
Virgula Vocês chegaram a ganhar bastante dinheiro, viveram as mordomias e loucuras das bandas de rock dos anos 80?
Virginie - Loucuras, sim. Viagens, gravações de programas de TV e rádio sem espaço para respirar. Muito prazer mesmo em dividir muita alegria no palco e na TV com um público cheio de energia, que até hoje me faz uma falta danada. Dinheiro? Alguma coisinha no bolso. Mas ao redor do sucesso do Metrô, muuuuita grana mesmo! Muita roubalheira de direitos autorais, vendas de discos e sei lá o que mais... Imaginem que segundo a CBS, o grupo, com seis músicas que se tornam hits em um só disco (Olhar), não teria vendido nem 100 mil cópias: humor negro. Tudo Pode Mudar era a mais executada depois de We Are The World. Fazíamos seis, sete shows por semana, pelos quais pagávamos direitos autorais de nossas próprias composições. Esta grana que supostamente deveríamos receber de volta... adivinha quantos abacaxis poderíamos comprar com a mixaria que uma vez em cada 50 recebíamos? Vinte anos depois, pouca coisa mudou. Mas pelo menos a tecnologia permite a artistas gravarem e serem ouvidos sem ser obrigados a obedecer aos mesmos velhos padrões totalmente gangrenados.
Virgula Onde você vive agora? E o que está fazendo?
Virginie - Meu marido é diplomata, vivemos em Diego Suarez, cidade do extremo Norte de Madagascar, que é mesmo a ilha do amor. Pelo menos aqui em Diego a coleção de sorrisos é linda. Estou dando uma força, professora de primário no Liceu Francês.
Virgula Este é o Ano da França no Brasil. Vocês não se empolgam em fazer alguns shows pegando esse gancho?
Virginie - Estou longe, mas sempre pronta, hehehe!
Virgula Baladas trash de reverência aos anos 80 sempre tocam Metrô. O que você acha disso?
Virginie - Muito legal que continuemos a divertir e festejar juntos!
Virgula Que moda dos anos 80 você ainda usaria hoje?
Virginie - Ainda uso cores vivas, saias tipo anos 60 que eu usava na época, cabelos descoloridos ou pintados de cores vivas me encantam. Não uso, mas adoro ver!
Ouça o Myspace do Metrô
www.myspace.com/metroolhar
enviada por Gui
05/04/2009 10:10
Homenagem de um Gremista aos cem anos do Inter
Creio que esse tenha sido o melhor texto para expressar o sentimento gremista sobre o centenário do Inter.
Por AIRTON GONTOW
Diante deste lindo céu azul confesso a vocês que torci muito para que os festejos do centenário do Internacional de Porto Alegre não acontecessem em momento assim tão favorável.
Afinal, há pouco mais de dois anos, "eles" não tinham nenhum título da Libertadores, Mundial ou mesmo da pífia Copa Sul-americana para ostentar com orgulho em suas camisas, bandeiras e história.
Era a alegria da torcida gremista gritar por longos e felizes 23 anos: "Grêmio, nós somos campeões do mundo" ou "Libertador, Libertador, Libertador, Libertador...", nos grenais e até nas outras partidas em que o Inter nem estava em campo.
Eu mesmo fui a um programa de televisão, em 2006, e quando me perguntaram se eu achava "que o Internacional tinha chances" de ser campeão, respondi: "Sua pergunta está errada", para o espanto do apresentador. "Não existe Internacional. Este time, aliás, deveria ser denunciado ao Procon, porque está vendendo camisetas, títulos de sócios e bandeiras, dizendo que é Internacional, mas não é. Tem Nacional em Manaus, Nacional em São Paulo. E nacional em Porto Alegre!", afirmei.
Neste lindo dia de céu límpido e azul conto que torci e sonhei que chegasse o inevitável dia deste centenário com o meu inimigo Internacional sem poder dizer: "Somos campeões do mundo!"
Sonhei, a grande deste mar e deste céu azuis tenho de confessar que no fundo eu já sabia, que algo me dizia que o Colorado gaúcho também chegaria lá.
Afinal, sempre foi assim.
O Grêmio surgiu em 1903.
E eles correram atrás e já em 1909, também fizeram time.
Surgiu o Gre-Nal e já no primeiro confronto mostramos nosso valor e aplicamos um impiedoso 10 a 0.
Pouca gente sabe, mas alguns anos depois houve mais um massacre: 10 a 1 para o tricolor gaúcho.
Mas, como na fundação do clube depois do nosso eles também correram atrás e já em xx venceram o primeiro clássico e depois não pararam mais de nos enfrentar, até que nos passaram à frente em número de vitórias o que permanece até hoje, com uma vantagem de 22 partidas.
Houve a guerra dos estádios. Cortando parte da história, conto que fizemos o melhor estádio da cidade: a Baixada. Eles resolveram fazer melhor e construíram os Eucaliptos. Mas nós gremistas, bravos e valentes, não deixamos para menos e construímos o Olímpico, o orgulho do Rio Grande. Em 1969, contra-atacaram com o Gigante da Beira-Rio, até hoje o maior estádio da cidade. Mas reformamos o Olímpico que se é um pouquinho menor que a casa deles, ao menos é todo coberto no anel superior, o que não acontece no Gigante, quando boa parte do povão não tem abrigo na hora da chuva. Enquanto dizemos que o estádio, feito com o aterro do "rio", eles insistem em chamar o agora "Olímpico Monumental" de "Remendão".
O terrível adversário do Grêmio, esse inimigo chamado Internacional, busca, sempre, copiar nossas conquistas, nosso heroísmo, nossas façanhas..
Tá certo que em nem tudo saímos na frente. Eles foram o primeiro time gaúcho a vencer o Campeonato Brasileiro. E o conquistaram três vezes - a última, em 79, invictos (meu Deus, com uma defesa que tinha jogadores como João Carlos, Mauro Pastor e Cláudio Mineiro!). Desta vez foi o meu Grêmio que correu atrás e agora já vencemos dois Brasileiros. .
Mas na Copa do Brasil ganhamos quatro vezes. Ele conquistaram um título. E daquele jeito que todo mundo sabe: com um pênalti inventado ao 44 do segundo tempo contra o Fluminense. Também, como disse, vencemos antes a Libertadores. E duas vezes. Ganhamos o mundo uma vez e só não chegamos lá de novo por um destes caprichos dos destino, já que depois de empatarmos heroicamente, com dez jogadores desde o primeiro tempo, com o "invencível" Ajax, só perdemos nos pênaltis, quando nossos dois melhores batedores Dinho e Arce - erraram o alvo.
Durante 23 anos, gritei, sorri, fiz piadas, brinquei enquanto pude, mas o fato é que, como já contei a vocês, sempre soube que deveria aproveitar o momento enquanto pudesse, porque logo eles iriam, como em tudo, nos imitar, fazer igual, fazer fazer um pouco melhor, um pouco pior, chegar perto, passar um pouquinho. Como tantas e tantas vezes nesta história de 100 anos.
Diante deste céu azul eu digo que..Ops! Vejo que já se aproxima o entardecer. Há no horizonte uma linha distante. É vermelha. Agora está mais nítida e começa a se espalhar pelo horizonte e a dividir em parte a magnífica vista que tenho à minha frente.
O mar é azul! O céu é azul! A Terra é azul! Mas confesso que também há encanto e beleza neste tom vermelho que invade mais uma vez o espaço celeste que até há pouco reinava sozinho.
Vou ter me conformar. Está escrito nos céus. Está escrito no sangue. Azul e vermelho vão conviver para sempre neste duro, doloroso e lindo duelo.
Agora eles anunciam o grande projeto de reforma do seu estádio, no projeto "Gigante para Sempre" E meu Grêmio inicia em breve o projeto de construção da "Arena", o maior e mais moderno estádio do Rio Grande do Sul.
Possivelmente nosso estádio será melhor e o "remendão" será estádio deles, mas o verdadeiro duelo não se trava ali, na questão dos estádios. Observem nos cadernos dos guris e gurias. É lá que começa a verdadeira batalha. Há milhares de desenhos, feitos nos intervalos e convenhamos mesmo durante as aulas, com projetos de possantes naves espaciais, que os adultos nem sonham ainda que vão existir.
Acho, como ensina-me uma história de cem anos, que vamos sair na frente. Seremos campeões do Sistema Solar, derrotaremos os alienígenas também em outras galáxias, até conquistarmos o título de campeões do Universo.
Meus descendentes vão rir muito, tirar muito sarro dos seus queridos inimigos colorados. Vão aproveitar enquanto puderem porque algo lhes dirão que um dia os vermelhos também chegarão lá. Como no Gre-Nal. Como na Libertadores. Como no Mundial. Como neste lindo e inesquecível entardecer de céu rublo e azul.
Airton Gontow, 47 anos, é jornalista, cronista egremista fanático. Costuma dizer que não é gremista doente, "porque doente é quem torce para o Internacional".
enviada por Gui
28/12/2008 13:06
O fator Chimarrão
Ganhei um presente de Natal mais especial de uma gremista. Um kit com Cuia, com distintivo do Grêmio, a bomba e um pacote de Erva-mate.
O Ritual do Chimarrão:
Dentre as tradições Gaúchas o chimarrão é uma das mais marcantes e tradicionais. No Rio Grande do Sul, praticamente em todas as casas você encontra uma cuia, uma bomba de chimarrão e uma boa erva-mate. Faz parte da tradição tomar chimarrão diariamente. Há quem tome chimarrão durante todo o dia, mas os horários mais comuns são: logo pela manhã; ao anoitecer, quando a família se reúne (antes da janta); quando se recebe alguma visita. Isso chega ser automático
assim que chega a visita o patrão da casa (anfitrião) faz um chimarrão. Então, se for visitar um gaúcho, não estranhe se ele lhe oferecer um chimarrão !!
Tomar chimarrão é um ato amistoso e agregador entre os que o fazem, comparado muitas vezes com o costume do cachimbo da paz. Enquanto você passa o chimarrão para o próximo bebê-lo, ele vai ficando melhor. Isso é interpretado poeticamente como você desejar algo de bom para a pessoa ao lado e, conseqüentemente, às outras que também irão beber o chimarrão..
Para os gaúchos, o chimarrão é como se fosse um cerimonial e é praticamente obrigatório para receber visitas !!
O chimarrão tem algumas regras:
A água do chimarrão não deve ser fervida. Ela deve esquentar o suficiente para fazer a chaleira chiar. A água fervente estraga o chimarrão, pois queima a erva e o chimarrão fica amargo !
Quem faz o chimarrão (patrão) é quem toma o primeiro, justamente por ser o pior (mais amargo e forte).
Você deve tomar o chimarrão até o final, ou seja, a cuia deve roncar ! Não é como o cachimbo da paz que você traga uma vez e passa adiante. Se considera uma situação desagradável quando o chimarrão é passado adiante sem ter roncado !
Não mexa na bomba ! Somente em situações extremas e mesmo assim, com muita cautela. Somente mexa se a bomba estiver entupida. Isso pode estragar o chimarrão, deixando-o amargo !
Quando estiver visitando, sempre vai existir um patrão ou "mateador" ou "servidor", que é o encarregado de encher a cuia com água quente, antes de passar cuia para as mãos de outra pessoa (próximo da roda).
Quando não existir um patrão (enchedor), depois de sugar toda a água, deve também renovar a água antes de passar a cuia ao próximo da roda. Nunca passe adiante uma cuia vazia !!
Por ser objeto de integração, não se deve excluir ninguém da roda, a não ser que o próprio se exclua. Então, se tiver alguma feridinha na boca, rejeite o chimarrão.
Tome seu chimarrão com cautela, pois é uma bebida quente e você pode queimar sua língua se sugar muito rápido.
Não demore para tomar seu chimarrão, principalmente se a roda de participantes for grande !! Lembre-se: Cuia não é microfone !.
Existem muitas outras regras e tradições sobre o chimarrão, porém, seguindo essas você não vai fazer feio e vai poder aproveitar bem essa bebida e fazer amigos !!
Autor: Alessandro
Quero agora postar o texto de Moacyr Scliar, Médico e escritor, Sobre o Chimarrão
"Há algumas semanas esteve em Porto Alegre o professor norte-americano Clifford Landers, grande divulgador da literatura brasileira nos Estados Unidos e tradutor de, entre outros, Rubem Fonseca e João Ubaldo. Num domigo pela manhã, levei-o a conhecer Porto Alegre. Terminamos no brique da Redenção, onde ele ficou maravilhado com o movimento e, sobretudo, com o número de pessoas tomando chimarrão. Disso podemos nos orgulhar. O McDonald's está em todo o mundo, a Coca-Cola também, mas o chimarrão continua sendo autenticamente gaúcho. A pergunta é: por quê? Porque não aconteceu com a erva-mate o mesmo que com o café e o tabaco, transformados em "commodities" globais? Exatamente por isso, porque o chimarrão não é cômodo. A térmica dispensa o fogo e o trempe, mas, de qualquer modo, preparar a infusão continua requerendo elaborado ritual, muito mais elaborado do que extrair um cigarro do maço e acendê-lo. Não houve maneira de industrializar o chimarrão como foi feito com o café, com o cacau, com o tabaco e até mesmo com a cocaína. Sim, há o chá de mate, e é uma bebida agradável, mas é uma coisa bem diferente. A cultura do chimarrão é uma cultura artesanal. Mais do que isso, ela não está associada a nenhum dos valores da sociedade competitiva, de consumo. Café e coca são estimulantes, o cigarro, ao menos em uma época, foi símbolo de status, o chocolate era até considerado afrodisíaco. O modesto mate não tem essa aura. É verdade que ganhou fama de diurético, mas, com a quantidade que se toma, teria de ser diurético mesmo, e, além disso, quem precisa urinar tanto? Por outro lado, pesou sobre o chimarrão a suspeita de que estivesse associado ao câncer de esôfago. Isso, felizmente, não se confirmou. Os fumantes que tomam mate estáo mais sujeitos à doença, mas isso se deve à forma de efeitos da água quente e das substâncias cancerígenas do tabaco. Se for o caso, é preciso larga o cigarro. O que seguramente será um benefício. Não é preciso atribuir ao mate poderes medicamentosos. Seu mérito é de outra natureza: congrega as pessoas, estimula o sentido de camaradagem. O que tem óbvios benefícios emocionais. Num mundo ameaçado pela homogeneização, a cultura gaúcha, teimosamente, gloriosamente, sobrevive. O que é muito bom. Identidade é algo a ser preservado, inclusive por se tratar de componente importante da saúde mental. Melhor tomar chimarrão do que recorrer aos psicotrópicos como forma de preencher o vazio existencial."
enviada por Gui
12/12/2008 23:01
Outra poesia do acervo do Gui.....
Namoradas de Papel
Posso muito bem juntar, Namoradas de Papel
Como quem repassa a limpo uma história bem fiel
Em um conto bem escrito de saudade atordoada
Com lembranças e imagens de bocas bem desenhadas
Na vontade de beijá-las mesmo em marcas de rascunho.
Guardo até as partituras das guitarras que tocavam
Junto às folhas de escritos que, à elas, recitava.
Gravo as vozes tão berrantes, anotadas, fixadas.
Guardo as dores, guardo os choros, suas lágrimas e gritos.
Que juntavam nossos erros em poemas tão bem ditos.
Mesmos erros que faziam eu querer tanto tocá-las.
Em provar um certo beijo mesmo em sonhos de gostar.
Em sonho de namorada, tão menina, de escola lá dá infância
Ou em moça rebelde tão fatal de adolescência e circunstância.
Retratadas em diário de um poeta imaginário.
Ponho elas registradas, em mural autografado.
Como um livro de poesias ou romance terminado.
Como o som de qualquer pássaro em algum dia ensolarado;
Como em versos do poeta de Itabira,
Como canções de meninas em ruas de Cambuquira.
Registradas como os sopros frios do Rio Guaíba
Como os ventos que assopram a face das namoradas de Curitiba
Como reprise de um lindo Gol em jogo de time imortal tão amado
Festejado em vibração de casal em romance predestinado
Ou em arquivo de foto em qualquer álbum engavetado.
Namoradas de Papel sempre voam por aí
Sempre pairam pelos traços de uma boca que bem rí.
E me beijam, mesmo em espelho, de tão longe em dimensão
Em dia de namorados e Love is here de canção
E com beijo imaginário sempre lembram, a cada instante, o gosto de uma paixão.
Gui- 12/06/2008
enviada por Gui
11/12/2008 14:40
Poesia
As Doze Mulheres
Sou poeta e dividi meu destino em fantasia.
Doze intensas trajetórias femininas de magia.
Pra Ariana eu dedico meus ouvidos pra suas iras.
Pra viver suas batalhas de verdades e mentiras.
Onde grito, ao seu lado, sem saber se acerta ou erra
Nos instintos de vencer, por amor, à qualquer guerra.
Com a Taurina eu saboreio os seus doces de magia
Paladar de beijo que faz da vida bem suave e resistente
Sinto a pele nos seus toques graciosos de abraço
E arquiteto a minha vida bem mais bela em cada passo
Com a de Gêmeos eu escuto cada vírgula respirada
suas vogais e consoantes tão bem altas, expressadas.
E pra ela, também faço, belas cartas bem escritas.
E me informo pra saber o que diz seu coração no meio de tantas frases ditas.
Vou então pra alguma casa bem arrumada de Canceriana
Que conforta minha alma com alguns mimos de criança
Faz chorar com suas histórias e diversas mil lembranças
Que despertam minhas saudades em boas doses de afeto
Pra Leonina arremesso mil dezenas de confete
E não quero ser apenas mero fã ou então tiete
Me transformo até em ator, pra ser par de seus dramas e comédias em teatro ou novela
Divido filhos e percorro as mãos em suas mexas só pra ter a identidade comprovada do amor dela.
E me interno aos cuidados de alguma Virginiana
Seja médica, operária ou trabalhadora árdua de rotina insana
Faço até mil horas extras pra servir o meu amor para alguma missionária
Pra mulher tão prestativa que traz qualquer detalhe de amor em seus gestos a cada hora diária.
Com a de Libra eu me caso, mesmo que por acaso
Mudo com ela as leis da justiça em inverso caminho de volta e de ida
E espero o quanto e tanto para que ela se decida
Em escolher ser teu amor por cada dia de sua vida.
Pra escondida Escorpiana, posso até morrer em dor.
Até quando renascermos da cinzas, juntos, em afeto e louvor.
Da matéria vou ao espírito em seus jogos de sedução sem pudor
Pra voar seguindo os olhos de águia, conduzido do inferno a algum céu de esplendor.
E no vai e vem dos quadris chego até a Sagitariana
E por ela me arremesso em fanatísmo, pelo andar de suas pernas de andarilha.
Por quem rezo para ser bem flechado de paixão
Pra ter bela viajante percorrendo todos pontos cardeais, ao meu lado em devoção.
Pela Capricorniana faço um pacto com o tempo
E ao seu lado tenho certo meu rejuvenecimento
Mesmo que eu seja escravo de poder ou status que tenha
Mesmo que eu canse procurando-a pelas eras e milênios que ainda venha.
Pra de Aquário quebro datas, familias, religiões e pré conceitos de Marina Lima
Serei o melhor amigo só pra me sentir amado
Só pra que se sinta amada em amor moderno ou inventado
E atravesso o futuro pra encontrá-la em poesias feitas em email de correio eletrônico inusitado.
Mas o fim de meu destino, como sempre, é a Pisciana
Mesmo, apenas, em amor platônico lembrado em partituras musicais
Ou, talvez, em alguma mulher ou menina da escola que tanto quis
Pra conto, romance, história ou destino ao qual queremos um final feliz.
Gui/2008
enviada por Gui
10/09/2008 02:13
O RH e o ORKUT
Texto da amiga Cristina Bittencourt
pra revista Mundo Urbano (Cidades do Vale do Paraíba)
Reportagem recente do Fantástico da Rede Globo
mostrou que empresas, através de seu RH, estão checando o cadastro no orkut
de futuros contratados e candidatos à vagas de emprego para avaliar as
comunidades que fazem parte, como maneira de analisar o perfil e a
postura dos candidatos.
Se você fizer parte de uma comunidade com o nome de ODEIO TRABALHAR
OU ODEIO TRABALHAR SEGUNDA-FEIRA., corre o risco de não ser admitido
ou perder pontos no conceito de uma entrevista ou até, se for empregado,
perder pontos no conceito dentro da empresa.
O que ninguém alertou aos profissionais de RH ou talvez uma incoerência que pode
ocorrer por parte deste procedimento é a seguinte situação:
Você faz parte do Orkut e participa de uma comunidade relacionada a uma cantora
que é muito fã, ou então de um assunto como "Plante Árvores " ou "Me dê Livros de Presente"
e um desocupado invade e toma uma dessas comunidades pois o Moderador
e Dono dela deixam de fazer parte por terem cansado ou se enchido do Orkut.
Então um bem aventurado assume e muda o nome da comunidade que o individuo
faz parte para aproveitar sua grande quantidade de partcipantes e querer aparecer
alterando o titulo para BEBO TODAS, ou , SOU DE BRIGA, VAI ENCARAR? ou
NÃO VOU COM A CARA DA CHEFE e mesmo, quem sabe,
com algum conteúdo de racismo ou incitando preconcentito.
E aí ? Os candidatos vão ser excluídos de testes de emprego por causa de
possiveis falhas no Orkut? Ou por fazerem parte de comunidades que nem
mesmo, se quer, prestaram a atenção que fazem parte por causa de um Bug
ou travessuras de usuários deste site de relacionamento?
Será que não pode ocorrer equívocos ao utilizar o recurso do Orkut para fazer julgamentos ou
peneiras em seleções de RH, mesmo que seja apenas por mera observação?
Não há exagero em checar conduta ou observar gostos de alguém por esse procedimento ?
Será que estou atrasada demais com certos valores e coisas novas?
Ou estou atrasada demais com certos conceitos sociais e de modernidade?
Parem a roda gigante, de preferência lá embaixo, pois tenho um pouco medo de
altura e gostaria de descer, por gentileza!
Cris Bittencourt
enviada por Gui
14/05/2008 08:53
SENHORA DOS AFOGADOS - OPINIÃO
Depois de uma virginiana crítica ao cinema que reduziu a Astrologia, quero aqui, hoje, postar um elogio ao brilhante espétaculo dirigido por Antunes Filho, SENHORA DOS AFOGOADOS.
Tive o privilégio de assistir essa esplêndida peça em cartaz desde dia 28 de março. Uma parceria do Grupo Macunaíma de Teatro e o CPT (Centro de Pesquisa Teatral) do SESC Consolação.
O espetáculo "Senhora dos Afogados", de Nelson Rodrigues e dirigida por Antunes Filho mostra a trajetória de uma família nitidamente caracterizada com a marca de Nélson Rodrigues, com obsessões que vão de complexos de Édipo, de Electra, e de vizinhos assombrosos que até podem refletir em muitos que nos rodeiam como sinais de paredes que escutam ou janelas que olham nossos passos na rua em dia dia de nossa rotina atual.
É uma ótima oportunidade para ver impecáveis presenças como a da atriz Valentina Lattuada, a matriarca da familia, de Geraldo Mário, um dos vizinhos, de Lee Thalor (O fantástico Quaderna do espetáculo a Pedra do Reino), agora como Misaelo, Marido e pai de duas filhas póstumas e de outra que o doutrina em desejo de ser a única mulher de sua vida, sem considerar mesmo a própria mãe.
É aí que entra Angélica di Paula, minha favorita na peça. Uma notável atriz que não faz juiz a pequena estatura que tem. Seria reduntante ou repetitivo chamá-la de "pequena notável" mas sua virtude de voz, sua entonação capaz de fazer a platéia não piscar, a presença de palco e carisma com a qual desenvolve uma "frieza emotiva e institiva" em pró da adoração pelo pai, serve como um ápice e espécie de carimbo rodriguiano para traduzir a essencia do espetáculo. Seu irmão na peça, Paulo ( o ator Fred Mesquita) é outro destaque de grande sensibilidade.
Vale a dica e a oportunidade de incentivar um espetáculo em que
a qualidade e riqueza de enredo e talentos é certa. Mas o principal, é saber o quão temos riquezas de material humano para serem garimpados e vistos com olhar mais especial.
Teatro SESC Anchieta. SESC Consolação Duração de 90 minutos.
Recomendado para maiores de 16 anos. R$ 20,00; R$ 10,00 R$ 5,00 De 28/03 a 27/07. Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h.
Rua Doutor Vila Nova 245
Consolação - São Paulo Sp
enviada por Gui
30/01/2008 23:22
Olá amigos,
Fui com uma amiga nesta tarde de quarta ociosa pré carnaval assistir o "Signo da cidade " protagonizado pela ilustre leonina Bruna Lombardi.
O filme gira em torno de destinos paralelos de figuras inusitadas em torno da metrópole paulistana. Desde travesti que sonha em chegar a Paris até um filho que tem uma mãe que toma remédio tarja preta, suicidio de um jovem no apartamento da Astróloga Teca que o aconselha, homessexualismo após terceira idade dentre algumas questões sobre drogas e submundo que filme nacional adora usar como recheio.
A nossa representante Teca (personagem de Bruna) dá conselhos em seu programa de rádio e faz o que muitos de nós astrólogos fizemos alguma vez na vida que é atender alguns chatos as tantas da madrugada ou consultar uma vizinha ou conhecida que vem confidenciar eventuais traições em substituição a um padre ou terapeuta.
Mostra também algumas sensações de culpa e de responsabilidade que vivenciamos sobre quem nos procura.
Eu poderia aqui descer a lenha na Bruna Lombardi e no Riccelli (diretor) pois em nenhum momento vi a ilustre denominada Astróloga Teca atuar como Astróloga. Se quer fazendo uma previsão em horóscopo ou vendo um mapa astral na frente de um cliente falando algo básico como O Ascendente tal e o Sol tal ou a casa tal. As consultas de Teca eram feitas em seu apartamento quase sempre com o seu imponente Tarô de Marselha, ao qual até eu fiquei estimulado a fazer uma consulta mediante ao modo aplicado e concentrado que a personagem de Bruna tem, ao tocar na mão do cliente energizar o Tarô e o ambiente com vela e mesmo mentalizar o momento da questão ou pergunta feito por quem a procura. Porém, em todas as vezes que ela se identifica. É sempre como Astróloga ou "leitora das estrelas." Pena que não atua como tal com as nossas ferramentas astrológicas
Teca, em seu apartamento, dispõe de livros de Astrologia, usados por profissionais na área, como a Tábua de casas para o Hemisfério Sul do Carlos Alberto Boton, excelente ferramento para identifcar o Ascendente nos tempos em faziamos o mapa astral na mão. Também pode-se ver, em algumas cenas, outros livros de Astrologia e também computador ligado com o desenho de um mapa astral no Software de muitos profissionais de Astrologia, O Vega, provavelmente o 7.0.
Porém, o máximo que vejo Bruna se aproximar da Astrologia, além de dizer que é Astróloga, de ter o vega no seu computador e também a imponente tábua de casas, é abrir o seu tarô no formato das 12 casas.
Eu já li e estudei Tarô, e sei de excelentes profissionais que são ótimos atuando como Astrólogos e também ótimos tarólogos. Mas a impressão que fica é que o filme é mais uma contribuição para mostrar que "Astróloga ou Astrólogo" é um rótulo mais bonito para atribuições de múltiplas habilidades de algumas pessoas que atuam com "conhecimentos alternativos".
Mas apesar de tudo, a imagem que a Teca deixa é muito positiva, mesmo não atuando como Astróloga nata e misturando o Tarô no seu repertório de leitora das estrelas.
Talvez por Bruna ser ou estar energizada por boas influências
e de alguma forma, mostrar uma postura Real de muitos Astrólogos e Astrólogas,que sentem e se envolvem pelas responsabilidades das pessoas que cruzam o seu destino e talvez por isso, e no intuito de atender possivel necessidade de quem os conhece, se perdem na imagem de conselheiras, confidentes e mesmo como taróloga, mística ou gurú, do que propriamente com o oficio exclusivo de Astrólogo (a).
No entando, como bom Virginiano, o filme é nota 4.
enviada por Gui
19/12/2007 20:05

Capa do romance "Os Amigos do Casal"
enviada por Gui
16/08/2007 01:08
1ª Aula no Espaço
Astronauta e ex-professora Barbara Morgan deu nesta terça-feira sua
primeira aula do espaço, tornando realidade, 22 anos depois, o sonho de Christa McAuliffe, que deveria ter sido a primeira professora no espaço,falecida na explosão do Challenger em 1986.
Barbara Morgan, de 55 anos, então sua substituta, respondeu durante 25 minutos as perguntas dos alunos de uma escola de Idaho (noroeste dos Estados Unidos), onde deu aulas durante um longo tempo no primário.
A ex-professora, astronauta desde 1998, estava acompanhada por três colegas, durante a única sessão escolar prevista.
"Bem-vindos a bordo da Estação Espacial Internacional! Estamos prontos para responder suas perguntas", disse Morgan, ao vivo, no canal de televisão da Nasa.
As perguntas foram desde "a que velocidade avança uma bola de beisebol lançada no espaço?" até "como se bebe na ausência de gravidade?".
Morgan e seus colegas se dedicaram de imediato a trabalhos práticos, com a ajuda de uma bola de beisebol e de quatro bolinhas de pingue-pongue.
Para mostrar como se bebe no espaço, deixaram sair de uma garrafa bolhas de um líquido vermelho que flutuaram durante um momento, antes de tragá-las.
Quando uma das crianças lhe perguntou como se fazia exercício no espaço, Barbara segurou dois dos seus colegas para levantá-los.
À pergunta sobre a comparação de um astronauta e de um professor, ela respondeu que "ambos fazem a mesma coisa".
"Exploramos, descobrimos e compartilhamos (...) são profissões absolutamente maravilhosas", afirmou.
Barbara Morgan faz parte da tripulação do ônibus espacial Endeavour, que tem por missão continuar a construção da Estação Espacial Internacional.
enviada por Gui
02/08/2007 00:20
Aos que ainda não tem;....
Aqueles que ainda não dispõe do meu livro de Poemas e Poesias, INSPIRANDO AMORES terão nova oportunidade de adquirí-lo. A editora disponibiliza novos exemplares ao valor de R$40,00 + frete com opção de pagamento por qualquer cartão de crédito ou depósito em conta.
Prazo de entrega de 15 dias e exemplar autografado do autor que vos escreve.
Interessados me escrevam e aproveitem esta oportunidade de Inspirar Amores e respirar poesias. Faço um convite para a comunidade do livro e para conhecer alguns dos poemas e poesias. http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2407206
E em breve, será lançado "OS AMIGOS DO CASAL" romance imperdível de minha autoria inspirado em fatos reais.
Um abraço
Gui
enviada por Gui
26/07/2007 23:28
Sinópse Oficial - Os Amigos do Casal.
Segue a Sinóspse Oficial do Livro "Os Amigos do Casal"
Romance de autoria de Guilherme Salviano.
Depois de muito insistir ele será lançado com previsão para Novembro ou Dezembro deste ano. Grato pela torcida de todos os amigos e em breve mais noticias do mesmo. Segue a Sinópse Oficial.
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A trajetória de alguns amigos e seu grupo cultural de amizade é resumida em 4 fases:
A primeira é quando o grupo é criado, por Henrique e sua amiga Cláudia, com o intuito de formar amizades para trocar idéias e achar crianças precoces como eram ambos. Henrique só não contava que ela, uma ídola e amor de infância, falecesse tão cedo, vitima de raro aneurisma, quando viviam alegrias e amizades em grupo aos 11 anos, na época da 4ª Série da escola primária.
A segunda e terceira fases, são marcadas pelo esforço de Henrique em reencontrar os melhores amigos do grupo, Veve e Rodrigo. Fase de aventuras ao lado deles e dos seus amores da adolescência com Nádia e Ana Paula. A primeira, uma amizade presente no convívio com Cláudia desde os tempos de escola primária. A segunda um novo amor que acontece já aos seus 18 anos, após o término do namoro com Nádia.
A quarta e decisiva fase dessa trajetória ocorre quando, já adulto e na condição de escritor, Henrique publica um livro onde relata a história do grupo, às experiências sobrenaturais com Cláudia e os romances da adolescência. É quando, percebe que deve escolher um de seus amores do passado para seguir sua vida. A dúvida dele e de todos é qual será a escolha: Nádia ou Ana Paula?
enviada por Gui
26/07/2007 21:45
FUI NA EXPOSIÇÃO E VA.LE A PENA. CLARICE É MINHA REFERÊNCIA
Clarice Lispector - A Hora da Estrela
por Vanessa Ribeiro
O Museu da Língua Portuguesa homenageia até dia 02 de setembro, uma das maiores escritoras de nosso País: Clarice Lispector.
Autora de A Hora da Estrela, o nome de seu mais famoso livro - que, inclusive, batiza essa mostra - divulga os 30 anos de lançamento da obra que deixou herdeiros até hoje. Se tornando leitura obrigatória para alunos que concursam o vestibular.
O escritor Ferreira Gullar e a produtora cultural Júlia Peregrino são os curadores da exposição. Em 65 gavetas, num ambiente com duas mil, o público fica íntimo da vida dessa escritora, que nasceu na Ucrânia em 1920 e emigrou junto com seus pais em direção à América.
Documentos inéditos sobre Clarice aguçam a curiosidade do espectador, a ponto de fazê-lo mergulhar um pouco pelo universo das escritas no qual a autora adorava se embrenhar. Passaportes, a Carteira do Sindicato de Jornalista, uma carta feita para Getúlio Vargas, entre outras raridades que consistem o acervo.
O mais interessante é a receptividade do público, que está dando à mostra um respeito único. Mesmo milhares de fãs invadindo o Museu, pessoas de diversas idades mostram seu interesse e suas opiniões ao perceberem que a vida de alguém, com um conhecimento invejado voltado à Língua Portuguesa, serve como inspiração para explorar melhor a língua pátria.
Há trinta anos morreu uma estrela, mas seu brilho eterno no mundo das páginas nunca deixará de conduzir milhares de brasileiros com sua genialidade e sua espontaneidade ao inovar a literatura brasileira. Vale a pena conhecer.
enviada por Gui
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